Quem opera uma rede de academias todo dia ajuda você a montar, destravar e escalar a sua — com método, não no achismo.
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Foto 1 — polo azul, na mesa/escritório
A maioria de quem "ensina a ter academia" nunca rodou uma. Thomaz é gerente técnico de uma das maiores redes de academias de Pernambuco — responsável pelo desenvolvimento técnico, operacional e estratégico de mais de 15 unidades, cerca de 28 mil alunos e mais de 500 colaboradores.
Você não recebe teoria de curso. Recebe a leitura de quem toma essas decisões na prática, todos os dias, numa rede de verdade.
Investir alto em estrutura e decidir no achismo — sem número de ocupação, sem ponto de equilíbrio, sem padrão de operação. Bonita por fora, apertada por dentro.
Do estudo do ponto à abertura: dimensionamento, mix de equipamentos, fluxo e estruturação operacional. Nascer certo custa menos que corrigir depois.
Padronização de processos, KPIs, auditorias operacionais, retenção de alunos e redução de desperdício. O que dá para medir, a gente organiza.
Desenvolvimento de líderes, capacitação de professores, treinamentos corporativos e organização de equipes. Time formado é operação que roda sem você.
Exército Brasileiro (2005–2011) e Missão de Paz da ONU no Haiti. Planejamento, liderança e decisão sob pressão viraram método de trabalho.
Da logística à gestão técnica de rede: processos bem definidos, indicadores e organização como base de todo resultado consistente.
Passou por todas as cadeiras de uma academia — de estagiário a gerente técnico. Enxerga o problema que costuma passar despercebido.
Formação em Educação Física, Logística e especialização em Gestão de Academias — teoria e prática na mesma pessoa.
Missão de Paz da ONU · Haiti · BRABAT X (2008–2009)
12 coisas para conferir antes de assinar o contrato de locação da sua academia. O que a maioria só descobre depois de já ter gasto.
[isca a produzir + captura]
O atendimento é nacional. Boa parte do trabalho é remota; visitas presenciais entram conforme a fase e a necessidade do projeto, e isso é combinado no diagnóstico.
Não. É justamente para isso que existe a frente de instalação — do estudo do ponto à abertura, com quem já operou o dia a dia de uma rede.
Começa por um diagnóstico honesto de operação, retenção e ocupação. A partir dele montamos um plano de destravamento. Nenhuma promessa antes de olhar os seus números.
Não é esse o modelo. A frente de acompanhamento prevê mentoria do dono e treinamento da equipe — presença até a operação rodar.
Cada projeto tem escopo diferente — instalação, destravamento e acompanhamento não custam a mesma coisa. O primeiro passo é o diagnóstico; a proposta vem depois de entender o seu caso.
Conte o seu momento. O diagnóstico é a porta de entrada — a partir dele definimos se e como trabalharmos juntos.
Sua solicitação chegou. Em breve o time do Thomaz entra em contato pelo WhatsApp que você informou.